Mais um capítulo das escaramuças
no interior da esquerda: Trust como vidraça
O antissemitismo funciona(va) assim: todo fato empírico que comprovava que judeus não eram nada daquilo que os antissemitas dizem só faziam, muito pelo contrário, reforçar a posição de desconfiança antissemita perante os judeus. "Viram? Os judeus sabem esconder bem sua verdadeira face e seus propósitos".
Mais ou menos o mesmo imbróglio kafkiano envolve o movimento TRUST REVOLUTION. Uma certa camarada M. está maldizendo o nosso movimento TRUST nas redes sociais com as informações que eu mesmo lhe repassei. Estaria eu a esconder fatos e informações sobre o Robert ter servido o exército americano?
Ela diz que o autor das informações sobre Robert foi "um membro que me seguiu [a seguiu]". Ela não deixa claro que fui eu, denes, a lhe informar. A desonestidade começa aí. Nós somos a própria inteligência que ela usa contra nós, "tudo o que voces disserem será usado contra voces no tribunal".
Na noite do dia 12 de maio/2021 nós levávamos um diálogo idôneo e respeitoso, falávamos sobre o perigo real da infiltração de agentes P2 da polícia e do exército no nosso movimento. Os cabo anselmos da vida. É provável que tenha no movimento Trust agentes infiltrados? Até mesmo possível. O próprio nome TRUST REVOLUTION é convidativo. Nas nossas conversações no grupo whatsapp alguns números chegam abertamente defendendo revolução armada com o intuito de plantar provas policiais contra nós mesmos. Estejamos preparados.
Ela disse que era seguida no facebook e tal.
Ela estava apenas preludiando o seu próximo passo: lançar acusações contra nossos militantes pois também seria infiltrada a nossa camarada J.: "O porte da camarada J. é militar/aeronáutica/naval". Manobra risível.
Nesse mesmo diálogo do dia 12 ela relatou que se deparou, no dia da nossa reunião aberta no google meet para os simpatizantes que foi em uma quinta feira, com o seguinte:
"É como se outra câmera sobrepôs a minha. E arrastei-a. Mas tem alg estranho contigo. Você criou o Grupo dia 24.04.21. E tinha Bluetooth com apps duplicados no cabeçalho. Tirei print, mas não localizo. Preciso limpar os print tenho mais de mil".
Acima o que ela está dizendo é que teve o aparelho celular invadido durante a reunião online no meet.
Ela errou na menção à data de criação do grupo whatsapp Trust a qual ela se refere: não foi no dia 24, foi no dia 14.
Promoveu um verdadeiro interrogatório sobre como eu conheci o Trust e sobre o Trust em si, daí eu lhe informei sobre o Robert: "Quem fez para você o grupo?", "Como conheceu a camarada J." e enquanto perguntava fazia as análises as mais bizarras sobre o caráter do movimento Trust e seus militantes.
Ela diz que há três militares a paisana no meu grupo whatsapp Trust Revolution. Eu fiquei esperando ela me apontar quais. Disse que a nossa camarada J. tem um perfil militar.
Agora relatando os diálogos na manhã do dia 13 de maio de 2021, ela despirocou geral: me bloqueou, depois desbloqueou, jogou uma acusação e voltou a bloquear, e seguiu assim. Eu consegui um outro número para lhe avisar da puerilidade de bloquear e desbloquear seguidamente, o que a fez bloquear este meu segundo número e até o presente momento ela não mais falou comigo.
Um camarada L., mancomunado com a camarada M., hoje no dia 13 enviou prints e áudios para a nossa camarada J. me desmoralizando e desmoralizando o movimento Trust.
A camarada J. compartilhou os materiais comigo. E numa engraçada triangulação de informações eu reenviei os materiais acusatórios para a fonte L.
Seguimos.
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